Sem Barcelona, Real Madrid e Athletic Bilbao, LaLiga acerta acordo com fundo de investimentos
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da pinnacle: La Liga aprovou, nesta quinta-feira, o acordo com o fundo de investimentosCVC Capital Partners. A negociação foi acordada entre quase todos os quarenta times das duas primeiras divisões da Espanha, sendo rejeitado apenas por Barcelona, Real Madrid, Athletic Bilbao e Real Oviedo.
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da fazobetai: O acordo entre La Liga e a CVC Capital Partners colocará um total de2,7 bilhões de euros na competição em troca de 11% do negócio. A Liga comprometerá parte dos direitos de imagens dos clubes por 50 anos, o que gerou um questionamento por parte do Barcelona. O presidente da competição, porém, alega o contrário.
-A gestão dos direitos audiovisuais continua na LaLiga. A CVC não gere nada, não tem direitos sobre nada. A CVC aposta nos resultados, não na gestão. A LaLiga ainda vale 25 bilhões de euros, isso não mudou. A única coisa agora, em vez de entregar 2,7 bilhões, vão entregar esse montante menos o que corresponde a Madrid, Barcelona e Athletic. A operação mantém-se nos 2,1 bilhões de euros – disse Javier Tebas, presidente de La Liga.
Coincidência ou não, as três equipes da elite espanhola que rejeitaram o acordo são as únicas (além do Osasuna, que aceitou o acordo) que não funcionam como clube empresa no país. Tebas, porém, enfatiza a questão da Superliga Europeia.
-A verdade é que a Superliga abaixa a valorização da LaLiga. O risco de que ela possa progredir não é benéfico, claro. A posição do Real Madrid, tem a ver, acima de tudo, com a Superliga. O Barcelona tem sido um pouco menos líder nisso, mas a injeção de dinheiro na LaLiga não convém ao Real Madrid – adicionou Tebas.
O dirigente espanhol seguiu em tom de crítica ao presidente do Real Madrid que, segundo Tebas, impede que a Liga cresça na Espanha pois quer os grandes clubes jogando entre si.
-Florentino (Pérez, presidente do Real Madrid) acredita que os grandes clubes têm que jogar entre si e outros que sobrem. O Real Madrid impede acordos de direitos audiovisuais há oito anos e, mesmo assim, continuamos a crescer. Não são essenciais. Gostaria que estivessem neste tipo de acordo, mas não impedem que a LaLiga cresça – finalizou.